Agências digitais: aliadas ou concorrentes?

O mercado publicitário vem passando por uma transformação acelerada, mas nem todas as agências tiveram tempo de absorver as mudanças ou preparar suas equipes para este novo momento. A internet – de mãos dadas com a tecnologia dos dispositivos móveis -, conquistou os consumidores e invadiu o mercado, apresentando contextos até então desconhecidos do marketing e da publicidade.

Diante desse novo cenário, as ações isoladas de marketing deram lugar à gestão do cliente. Não é mais plausível pensar na criação de um site, numa ação de ponto de venda ou na produção de um comercial de TV de forma isolada. Temos que unir expertises e pensar na estratégia, na integração de canais, plataformas e mídias que se complementam para atender objetivos. É nesse ponto que as “agências digitais” e “não digitais” deixam de ser concorrentes para tornarem-se aliadas, trabalhando juntas com o propósito de entregar os melhores resultados. Em muitos casos, as estratégias são construídas por meio de parcerias que precisam orquestrar as expertises de tecnologia e marketing para atender as necessidades do cliente.

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Data Marketing

Vale lembrar que a criatividade ainda é a diva da publicidade, mas o modelo atual de serviços publicitários vai além do processo criativo. As agências atuais estão assumindo a etapa do planejamento até a operacionalização, incluindo a estruturação do Data Marketing que envolve monitoramento para análise de dados. Isso lhes possibilita estudar públicos, conhecer melhor a jornada do cliente, traçar perfis de consumo e medir resultados. Aliás, é importante considerar a remuneração a partir de resultados, uma tendência forte do nosso mercado.

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