O que é “gamificação”?

Gameficação é alternativa fora do entretenimentoUtilizar elementos e estratégias comuns aos games para a execução de tarefas do cotidiano e o aprendizado tem sido uma maneira de chamar a atenção e incentivar a busca por resultados práticos de forma diferente e prazerosa. A “gamificação” é o termo dado ao uso da tecnologia dos videogames fora da área do entretenimento, em setores como educação e saúde. Com ela, tudo fica mais fácil até para quem não tem muita intimidade com os jogos e sequer sabe manipular um console.

Para que haja a “gamificação”, também conhecida como ludificação, não é necessário que exista um game, mas algumas características básicas que dão sentido aos jogos, como metas, regras definidas, participação voluntária e feedback. Uma pesquisa realizada recentemente pela empresa M2 Intelligence apontou que esse fenômeno tem sido algo bastante rentável e promissor. Somente em 2013, esse ramo movimentou US$ 450 milhões em todo o  mundo, valor que deve chegar à cifra de US$ 5,5 bilhões em 2018.

A estratégia tem mostrado que a união entre o objetivo, o desafio e a recompensa funciona não só quando o assunto é diversão. Negócios voltados para diversas áreas também têm se dado bem com essa casadinha e envolvido cada vez mais pessoas. Os aplicativos de perguntas e respostas que usam os recursos dos videogames para o ensino de algumas disciplinas são um exemplo claro disso. Há também muitas iniciativas empresariais internas, que fazem com que o colaborador compreenda e absorva as metas da corporação.

Para que esse tipo de estratégia dê certo, é preciso muita criatividade e ousadia. Afinal, “gamificar” não é usar o que já está pronto, mas saber utilizar, de forma profissional, os recursos que são atraentes no momento da diversã0.

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